Sei que não é novidade nenhuma, mas, mais uma vez ficou provado que, quando se trata de Santos, o futebol premia. E, desta vez, sem nenhuma novidade, batemos mais uma vez nosso freguês sem Libertadores.
É óbvio que somos superiores, tanto em história quanto em talento, mas a propaganda feita pela mídia sobre o time da capital era tanta, que realmente imaginei que eles finalmente teriam time para nos enfrentar de igual, apenas na bola e sem o auxílio dos homens de preto. Com certeza me enganei.
Afinal, do lado de lá, o que se salvou foi apenas um tal camisa 9 que, até onde sei, joga na Seleção de Portugal (isso mesmo, aquela seleção sem títulos importantes e que acha que é elite da bola).
Do nosso lado, porém, mesmo sem o maestro PH Ganso, Super Elano e Multi-Arouca, tínhamos Rei Mar, o líder de nossa Liga Extraordinária, além de Borges, o Matador, o que me deixava tranquilo quanto à nossa vitória.
E, assim aconteceu, apesar da influência mais uma vez negativa dos homens de preto, que, no segundo-tempo expulsaram Henrique injustamente (sem contar as inversões de falta e os cartões não dados para a equipe da capital). Mesmo com esta influência, o Peixe mostrou sua superioridade, marcada pelos gols de Henrique, Borges e Alan Kardec.
Fora os gols, o passeio dado por Neymar e seus escudeiros sobre os fregueses (nunca venham me falar de rivalidade, afinal, rivais são equipes de mesmo porte e tradição) foi digno da tradição da equipe Alvinegra Praiana.
Agora, apesar de ser apenas mais um joguinho de preparação para o Mundial, é sempre bom mostrar quem é que manda... afinal, freguês bom é freguês fiel...