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quinta-feira, 23 de junho de 2011

De alma lavada!!! É Tri-Campeão!!!

Salve Nação Santista,

Escrevo agora, porque só agora consegui acordar depois da comemoração que varou a madrugada e que me colocou em migração pendular entre Pacaembú, Higienópolis, Santos e Santo André, minha casa. E escrevo de alma lavada, depois de gritar a noite inteira: "TRI-CAMPEÃO!!!".

E, apesar de não ter conseguido me fazer presente no Paca, devido à desorganização da venda de ingressos que vendeu mais do que cabia no estádio, nada, absolutamente nada, vai tirar a sensação de satisfação que eu, assim como toda a Nação Santista, estamos sentindo hoje.

Sensação de alma lavada. Sensação de ter soltado aquele grito preso a tanto tempo na garganta e que esteve tão próximo de sair em 2003, quando perdemos com aquele time de Diego, Robinho, Elano...

Elano, ele, o predestinado, que mostrou que, sempre, o bom filho à casa torna. E neste caso, retorna para ser campeão. Para ser TRI-CAMPEÃO!

Elano que, ao lado de Rafael, Vladimir, Aranha, Johnatan, Pará, Edu Dracena, Durval, Bruno Aguiar, Bruno Rodrigo, Vinícius Simon, Léo, Alex Sandro, Adriano, Arouca, Danilo, Rodrigo Possebon, Charles, Alan Patrick, Felipe Anderson, Robson, Zé Love, Maikon Leite, Keirrison, Diogo, e é claro, o craque da Libertadores, Neymar, escreveram seu nome na rica história do Alvinegro Praiano. Além dele, óbvio, o comandante Muricy Ramalho.

Uma Libertadores que pareceu perdida quando o time, após 3 jogos, somou apenas 2 pontos em empates contra o fraco Táchira, e o não tão melhor Cerro Porteño, em casa.

Quando a redenção parecia que chegaria, em uma arbitragem infeliz, o Peixe, apesar da vitória, perdia seu craque para a partida decisiva contra o Cerro, em Assunção, só por causa de uma máscara usada depois do gol mais bonito da Libertadores 2011. De quebra, o Peixe ainda perdia Elano e Zé Love para a mesma partida.

Mas aí ele chegou, o comandante armou bem o time que, com show de Ganso e Maikon Leite, mataria o Cerro lá no Paraguai e começaria sua arrancada para o título.

Arrancada épica, como em um roteiro de filme, nas quais despachamos, sempre com uma vitória pelo placar mínimo e um empate sofrido, América do México, Once Caldas e nosso velho conhecido Cerro Porteño, até chegar ao ato final, em uma epopéia contra o tradicional Peñarol, nossa vítima no primeiro título.

O 0 a 0 na primeira partida apenas deu mais dramaticidade para a decisão, deixando os Santistas, de todos os lugares do mundo, tensos, e com aquela ansiedade especial que antecede um título. Um título que veio, apesar das dificuldades, apesar da ansiedade, apesar do sofrimento, mas que veio, e que nunca deixou de ser acreditado, e até dado como certeza, no coração dos Santistas.

Um título que lava a alma de toda a nossa nação. E, por isso Nação Santista, eu digo: Cante! Por que somos TRI-CAMPEÕES DA LIBERTADORES!!!!!!!!!!!!!!!! E QUE VENHA O BARÇA!!!!!!!!!!

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