Salve Nação Santista,
Neymar, Paulo Henrique Ganso, Elano, Danilo, Alan Patrick, Alex Sandro, Felipe Anderson, Emerson, Andréia Suntaque, Aline Pellegrino, Ester, Érika, Fabi, Cristiane, Djoni, Neto, Falcão, Valdin, Jackson, Pixote e Jé. O que estes nomes tem em comum? Simples, estes são todos os jogadores do Santos F.C. convocados para alguma Seleção Brasileira de Futebol, seja ela, principal, sub-20, sub-17, feminina ou de salão.
Isto faz com que nós santistas pensemos uma coisa: Qual equipe no País possui tantos atletas fazendo parte das seleções nacionais? A resposta é: nenhuma; o que faz o Peixe uma equipe única e diferenciada (usando as palavras que o presidente cachaça de um tal clube do Jardim Leonor gosta de utilizar).
Aliás, só o fato de possuir em sua história o maior jogador de todos os tempos, já faz o Santos F.C. ser um clube único e especial. Ser o clube que ganhou o maior número de títulos no menor espaço de tempo; ser o único Penta-campeão nacional de forma consecutiva; ganhar 8 títulos estaduais em um intervalo de 11 anos; ser o único clube a possuir um número de torcedores maior que o número de habitantes de sua cidade-sede; possuir em sua história os maiores jogadores de futebol em todas as modalidades (masculino, feminino e salão); ser o único clube a parar uma guerra... enfim, muitos fatos que tornam a história do Alvinegro Praiano incomparável.
O mais intrigante é que sempre escuto torcedores, jornalistas, e até dirigentes de outras agremiações tentando minimizar os feitos do Alvinegro da Vila Belmiro, atribuindo os feitos do clube a uma única figura, como se esta não fosse parte da história do clube, como se, minimizando os feitos do glorioso Santos F.C., os feitos de seus respectivos clubes pareçam maiores.
O que eles não percebem é que a história já está escrita, e está lá para ser contada, e que, fazendo isso eles apenas estão demonstrando uma extrema mediocridade de espírito, afinal, cada clube tem sua história e seu valor e, mesmo que tentem minimizá-la, a história do Santos é incomparável.
E quarta-feira podemos escrever mais um capítulo desta grandiosa história. Não será fácil, mas, de grandes batalhas vivem os grandes homens e, cabe aos 11 que entrarão em campo, mais aqueles que estarão no banco de reservas, bem como os 37 mil que estarão nas arquibancadas do Pacaembú, a responsabilidade de, com sangue, suor e lágrimas, finalizar este capítulo com mais uma épica vitória.
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